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Veja algumas dicas para proteger a sua casa

1. Medidas dissuasoras

As estatísticas revelam que os períodos de maior índice de assaltos a casas coincidem com as férias de verão ou na Páscoa. Isso indica que os assaltantes não vão de férias ou que o fazem noutras épocas.

Segundo a maioria das companhias de seguro, existem 5 níveis de proteção: A, B, C, D e E. Os níveis A e B não exigem mais do que a colocação de uma fechadura de segurança, no entanto, os níveis C, D e E requerem uma verdadeira proteção dos acessos à casa.

Para além disso, convém ter presente algumas recomendações:

- Desconfie dos serviços técnicos não solicitados previamente. A simulação de personalidades é um dos recursos mais habituais dos assaltantes.

- Não guarde muito dinheiro, joias e outros objetos de valor em casa ou, se o fizer, utilize um cofre. Para além disso, tente não comentar o que tem guardado com desconhecidos.

- Se vai estar durante um longo período fora de casa, instale um temporizador automático que ligue o televisor, o rádio, luzes diferentes, etc., por pequenos intervalos de tempo.

- Colabore com os seus vizinhos na adoção de medidas e instalações de sistemas de segurança comuns para a comunidade, condomínio ou garagem.

- Se alguma vez chegar a casa e encontrar a porta aberta, não entre. Entre em contacto com a polícia e espere pela sua chegada.


Apartamentos

Uma segurança bem pensada começa pela aplicação duma série de medidas dissuasoras para que os assaltantes pensem nos inconvenientes de cometer o delito contra a propriedade alheia.

A porta de acesso à propriedade é o primeiro obstáculo a assegurar através da presença física de uma pessoa que controle e limite os acessos, ou também, através da instalação de um porteiro eletrónico ou de um videoporteiro.

O acesso à garagem é outro ponto fraco possível. Os assaltantes podem aproveitar os escassos segundos que a porta automática demora a fechar-se para entrarem no interior. Assim, esperar que a mesma se feche e comprovar que tal não acontece resulta numa precaução eficaz.

Instalar uma porta de segurança (blindada ou couraçada) na entrada do apartamento é uma boa medida, não sendo, no entanto, suficiente. Os estudos realizados pela polícia demonstram que os delinquentes desenvolvem, continuamente, técnicas de abertura que são surpreendentes pela sua perícia e rapidez. Melhore esta medida, colocando um óculo panorâmico que permita ver a pessoa do outro lado em corpo inteiro. Não abra a porta a pessoas desconhecidas e solicite a identificação ao pessoal das empresas de serviços.

 

 

Por último, se o seu apartamento tiver janelas ou claraboias acessíveis pelo exterior (a menos de 3 metros do solo), proteja-as com portadas, persianas metálicas ou grades. Se optar pelas grades, escolha umas que sejam em aço e que estejam separadas 12 cm entre elas, no máximo. 


Vivendas

Se vive numa casa de campo ou numa vivenda situada numa urbanização, terá de adotar medidas de segurança para o exterior e para o interior.

- No que diz respeito ao lote, utilize algum tipo de proteção periférica que sirva para controlar os acessos ao lote e à própria vivenda, através de portas e janelas. Para tal, existem sistemas diversos: barreiras infravermelhas na vedação, no jardim, nas janelas e portas, sensores de contacto magnético de portas/janelas, sensores de quebra de vidro, etc. 

- Para proteger o interior pode instalar detetores de movimento com tecnologias infravermelhas e ultrassónicas. 

Todas estas medidas são necessárias, no entanto e infelizmente, não suficientes, porque a pessoa que está decidida a assaltar a vivenda dispõe, com frequência, de mais tempo e mais intimidade do que num apartamento. O mais aconselhável é optar por uma empresa especializada em segurança e pedir aconselhamento. Este tipo de empresas irá efetuar uma análise dos pontos fracos da sua casa e irá propor as medidas necessárias para a tornar mais segura.
 

 

Cofres

Quer viva numa vivenda, quer num apartamento, convém guardar os bens de valor (documentos, joias, dinheiro, etc.) num local seguro. Para tal, o mais prático é utilizar um cofre. O colchão e os azulejos móveis já não são sítios apropriados. A instalação de um cofre numa casa permite retardar o roubo e, em alguns casos, impedi-lo. 

Os diferentes modelos existentes no mercado estão classificados em três categorias: segurança normal, reforçada e alta segurança. Estas categorias, que correspondem à espessura da chapa, ao sistema de fecho, etc., ajudá-lo-ão a escolher o cofre, dependendo do valor dos objetos que colocar nele. Contudo, para residências particulares e pequenos negócios, o mais habitual é utilizar a categoria normal. 

Pense no cofre como mais um elemento dentro do projeto de segurança integral da sua casa. Na hora de o escolher, procure adquirir aquele que melhor se adapta às suas necessidades. Existem cofres de diferentes tamanhos e, em função do lugar onde pretende instalá-lo, ser-lhe-á mais conveniente um cofre para embutir ou um cofre de sobrepor. E, para além disso, poderá optar pelo sistema de abertura que seja mais cómodo para si: mecânico ou eletrónico. 

 

2. Sistemas de alarme

Até agora, não foram abordados outros temas que as medidas dissuasoras, no entanto, se o que pretende é conseguir uma proteção integral, deve reforçar as referidas medidas com um sistema de alarme.


Detetores

Os detetores são pequenos dispositivos que têm como função detetar a presença de pessoas ou objetos num determinado local. Existem três tipos de detetores disponíveis no mercado:

Perimetrais, que servem para vigiar o perímetro de uma superfície.

Volumétricos, que atuam por deteção de movimento dentro de um determinado volume.

Lineares, que são ativados com a quebra de uma determinada barreira, quando uma pessoa ou objeto interfere com a mesma.

Os detetores são instalados nos pontos fracos da casa: portas, janelas, garagem, zonas de passagem, etc.

Deste modo, para garantir a deteção no exterior, pode fixar detetores perimetrais nos muros exteriores da casa, na armação do telhado e sobre as janelas. Se se tornar necessário, pode acrescentar detetores de choque, de vibração ou de quebra de vidro. Estes últimos podem ser focados num ponto especialmente sensível (cofre, alpendre, etc.) e podem estar dotados de microfones, sísmicos ou de contacto. 

Para a deteção no interior, instale detetores volumétricos. Estes irão detetar a intrusão ou o deslocamento de pessoas numa zona concreta (átrio de entrada, corredor ou divisão). Entre os detetores volumétricos também existem diferentes tipos: os que se ocupam do ruido, das variações de temperatura, ultrassons, etc.
 

Em todos os casos, para exercerem a sua missão, os detetores têm de estar ligados a uma central que grave a informação e dispare os sistemas de aviso. 


Sistemas de aviso

Quando um detetor interior ou exterior é ativado, entra em funcionamento o que habitualmente conhecemos por alarme ou sistema de aviso. 

Existem diferentes tipos de alarmes ou sistemas de aviso:

Acústicos (sirenes).

Óticos (luzes).

Avisadores (telefones, esquadras de polícia ou companhias de segurança).

Para que o sistema interior seja realmente eficaz, deve possuir um modo de alimentação diferente do da casa e oferecer autonomia suficiente para poder ter um mínimo de meia hora de funcionamento em pleno regime (até 110 decibéis). Para além disso, convém que esteja instalado a uma altura dissuasiva (a 2,30 metros do solo, no mínimo).

Em relação ao sistema acústico exterior, este responde aos mesmos princípios de autonomia e de implantação. No entanto, a sua instalação deve ser submetida à regulamentação em vigor sobre poluição sonora. Para não alertar, desnecessariamente, toda a vizinhança pode instalar um pré-alarme que soa, uma primeira vez, durante 10 segundos, permitindo assim dissuadir o intruso ou dar-lhe tempo a si para desligá-lo em caso de falso alarme.

Por último, torna-se também muito prático completar a instalação com um flash cintilante (ou farol giratório). Este flash permite uma localização prática do intruso e, segundo a sua potência (até 230 V), pode ter um verdadeiro poder dissuasório.

3. Sistemas de televigilância e telealarme

Os sistemas de televigilância são um elemento muito importante designado por segurança ativa. As câmaras e monitores são muito eficazes como elementos de controlo, e pela sua versatilidade, podem ser usados para controlar à distância o quarto das crianças, a piscina, o jardim, etc.

Os sistemas de telealarme consistem na comunicação direta do alarme ao proprietário, à companhia de segurança ou à esquadra de polícia.

Para que o sistema de telealarme seja mais seguro, é aconselhado equipar-se de um sistema "sem fios": o alarme funciona com pilhas de lítio (insensíveis ao corte da corrente elétrica, aos raios, etc.) e a transmissão é efetuada por sistema de rádio, o que torna muito mais difícil a sua desconexão pelos ladrões.

Estes sistemas só são eficazes se a central estiver diretamente ligada a um número de telefone: ao seu telemóvel ou ao de uma pessoa de confiança em caso de ausência.

 

 

E por fim, convém lembrar o mais importante. Se instalar alguns destes sistemas, não se esqueça de o ligar todos os dias antes de sair de casa. As estatísticas da polícia confirmam que na maior parte dos roubos realizados em casas com sistemas de telealarme, o alarme não estava ligado quando os ladrões entraram.

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