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Alternativas ao cloro

Ter uma piscina em casa dá-lhe a oportunidade de escolher uma solução saudável para manter a água limpa. Embora não seja visível, a água da piscina é contaminada por partículas que a sujam tornando necessário a sua depuração para garantir a não proliferação dos fungos ou outros microorganismos.



Além da tradicional manutenção com cloro, que pode irritar a pele e as mucosas, existem alternativas menos agressivas; como é o caso do oxigénio ativo e a cloração salina. São dois métodos recomendados para a desinfeção da água da piscina, porque não causam comichão nem irritam os olhos, para além de serem amigos do ambiente.

Oxigénio ativo

Vantagens

 

  • Mantém a água mais saudável e não irrita os olhos nem a pele ou mucosas. É inodoro (não tem odor);

 

  • Não amarelece o cabelo nem remove a cor aos fatos de banho;

 

  • Não gera resíduos químicos, respeitando o meio ambiente;

 

  • É compatível com a aplicação de algicidas e floculantes (produtos para aumentar a limpeza e transparência da água);

 

  • É 100 % compatível com os sistemas de depuração convencionais;

 

  • Mantém as vespas afastadas da piscina.

 

Quando e como aplicar?

 

O oxigénio ativo deve ser aplicado diretamente na água de acordo com as doses indicadas pelo fabricante.


O momento ideal para aplicá-lo na água é ao final do dia, quando está menos calor uma vez que se evapora facilmente.

Quanto mais quente for a temperatura, maior será a dose de oxigénio ativo a aplicar.


O ideal é aplicá-lo quando a piscina estiver coberta para evitar a evaporação e para que o tratamento seja mais eficiente, embora este tipo de desinfeção também possa ser feita em piscinas exteriores.

 

Que quantidade aplicar?

 

Se utilizar o oxigénio ativo em pastilha deverá aplicar uma pastilha de 20 gramas por cada 5 m3 de água, a cada 2 ou 3 dias.

 

Se escolher oxigénio líquido, a dose é de 40 ml por metro cúbico por dia (sugerimos que opte por um doseador automático). Todos os dias deve controlar o nível de pH: se este for elevado, aumentar a dose semanal de oxigénio ativo.


É compatível com outras formas de tratamento da água; isto significa que se usar cloro na sua piscina pode substituí-lo por oxigénio ativo a qualquer momento.

 

Cloração salina

Vantagens

 

O processo de cloração salina transforma o sal dissolvido na água em cloro orgânico, através de um processo de corrente elétrica que se chama eletrólise.
As vantagens da cloração salina em relação ao cloro são:

 

  • Não irrita os olhos e a pele nem as mucosas;

 

  • Não há necessidade de manipular, armazenar ou dosificar nenhum produto químico. A produção de cloro faz-se automaticamente;

 

  • Mantém a água limpa durante o inverno não sendo necessário esvaziar a piscina no final da temporada;

 

  • É compatível com a depuradora, a bomba e os sistemas de filtração convencionais.

 

Quando e como se deve aplicar?

 

Para converter a sua piscina ao tratamento de cloração salina não é necessário substituir a bomba, o filtro ou a depuradora adquiridos anteriormente. Basta ligar o clorador à sua depuradora e adicionar 4 ou 5 kg de sal puro (sem aditivos) por cada 1.000 litros de água.


A cloração salina é composta por dois dispositivos: a fonte de alimentação (a partir da qual a desinfeção é programada) e a célula (onde a eletrólise é produzida). Para que a água que alcança a célula seja a mais limpa possível, deve instalá-la no circuito de água, depois do filtro da depuradora.

 

O funcionamento consiste em:

 

A água é absorvida pela bomba (1, no desenho) e passa através do filtro (2) que procede à sua limpeza. Assim, a água, já sem impurezas ou resíduos, atinge a célula (3) que é onde ocorre a eletrólise (a transformação do sal em desinfetante).

 

Por fim, a água é devolvida à piscina.

 

Conselhos para ambos os sistemas

Aspectos a ter em conta na manutenção

 

  • É essencial que o tratamento de desinfeção escolhido seja compatibilizado com um correto nível de pH da água (pode medi-lo diariamente de forma manual ou com um controlador automático). O pH deve estar entre 7,2 e 7,6;

 

  • Todos os dias deve retirar as folhas ou resíduos que caem na água e limpar a borda da piscina com uma escova e um jato de água;

 

  • Passar semanalmente o limpa-fundos, limpar o filtro e remover a areia que nele esteja depositada e limpar à volta da piscina (respiro, zona de duche, escoamento...). Além disso, ao iniciar a temporada deve aplicar todas as semanas um algicida; em seguida, aplicá-lo apenas a cada duas semanas;

 

  • Deve ligar a depuradora durante, pelo menos, 8 horas por dia (de uma só vez), quando não houver ninguém na piscina;

 

  • Se a água estiver turva, usar um floculante.

 

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